
A paixão pelo universo infantil ajudou a arquiteta, designer e cenógrafa Suzane Queiroz, de 38 anos, a conquistar vários prêmios. O reconhecimento ao seu trabalho para crianças a levou de volta à Bienal do Livro, cuja 15ª edição começa hoje no Riocentro. Ela é responsável pela cenografia do espaço interativo “Maré de livros”, destinado ao público infantojuvenil. Na última edição do evento, Suzane ficou encarregada pela cenografia do espaço “Floresta de livros”, primeiro projeto que desenvolveu para a Bienal, com a parceria do curador João Alegria.
Com 500 metros quadrados, o novo espaço reproduz a dinâmica dos oceanos e leva visitantes a um mergulho no mundo dos livros. Circulando em meio a textos aplicados em fitas azuis de diferentes texturas e densidades, o público conhece uma forma de leitura diferente, na qual precisa se mover em vários sentidos para concluir os textos.
— O “Maré de livros” é um espaço dedicado ao público infantojuvenil, mas também deve agradar aos adultos. Além de projeções, os visitantes podem conferir mesas interativas, nas quais é possível elaborar textos com auxílio de emoticons. Queremos mostrar que a leitura é muito legal. Eu adoro ler e sempre incentivei meu filho Gabriel, de 13 anos, a escolher livros. Ele lê uma média de 20 títulos por ano — conta Suzane.
A arquiteta é moradora de Botafogo e também está à frente da Pândega, empresa de design e cenografia que criou em 2001. Responsável pela cenografia de eventos como o Tour da Taça da Copa do Mundo de 2006 e as exposições “Cinquenta anos de bossa-nova” e “Cristo Redentor”, montadas em Nova York, a profissional não deixa de dedicar parte de seu tempo à leitura de obras infantojuvenis. Ela diz que esse hobby lhe dá boa inspiração para trabalhos destinados às crianças e aos adolescentes.
A matéria completa pode ser conferida na edição de hoje do GLOBO-Zona Sul(somente para assinantes).
Recent Comments